quarta-feira, maio 16, 2007

Papinho do Papa


O Papa veio com um papinho de querer papar da nossa fé.

Para papai é preciosismo.

Para Péricles, o perna-de-pau, é piada.

Para a pessoa que vos fala é papo furado.


O Papa disse que o povo pré-colombiano esperava pela parada de catequização.

Puta que merda! Pilantragem.

Poxa, o Papa veio com um papinho de querer papar da nossa fé.

Pra papá-la tem que pagar.

Pinóquios, piranhas, palhaços persuadidos?

Pessoas, meu senhor.


Papa vai pra...

Roma.


(Desculpem-me todos. Sou ateu, graças a Deus)
Na imagem o Papa Bento XVI e o Lord Sith do último filme da série Star Wars.

segunda-feira, maio 14, 2007

Cristiane

Tu encantas no olhar de mulher,
Que apesar de menor no tamanho
Que apesar de parecer frágil,
Protege como leoa,
Ou melhor,
Que sob qualquer coisa
A qualquer hora
Contra qualquer um
No céu ou no inferno
É a mais linda mulher.
Nãe sei explicar
Me faltam palavras
É meio clichê
Acima de tudo
Minha guerreira
Eu amo você.

Ps.: Poesia oferecida para Cristiane, minha mãe. Claro, este poema acompanhou uma linda cesta de chocolates com uma surpresa dentro.
Ps2.: A surpresa? Dá-lhe uma. Dá-lhe duas. Dá-lhe três. Apenas um piru de chocolate em tamanho real. Se ela gostou? Adorou a originalidade.

Enfim, Feliz Dia das Mães.

quarta-feira, maio 09, 2007

Substitui. E ponto.

O ponto, só pra início de conversa, pode servir de beijo. Ou o beijo serve de ponto? Numa conversa áspera, logo um ponto/beijo termina tudo.
Troco um atacante por outro; uso sua barriga de travesseiro; troco pra abril as férias de janeiro; vem o meio que eu finjo ser inteiro.
Troco a cama de lugar; você em cima do meu pé pra brincar de andar; no mar sobe em mim e pula pra parecer voar; tropeça de propósito só pro meu beijo sarar.
Às vezes troco seis por meia dúzia; ônibus das cinco por trem das seis; galinha de casa por frango de restaurante; cachorra por amante.
Ou troco ABC por 123; troco o nome da professora; chamo avó de tia (e ela adora parecer mais nova); a mãe de irmã (e ela adora parecer mais nova);
Troco o a colher pela mão; o tchau pelo então; o grandão pelo anão; o primo pelo irmão; o bolo pela manteiga com pão.
Troco a hora de acordar; o turno no trabalho; o dia do aniversário; meu nome, Thiago; e se me chamam de otário...
Troco de humor; troco a música no rádio; mudo de lado no armário; troco a meia da sorte no jogo do Flamengo;torço contra o Romário;
... e o coração...
Mas a vida não é um jogo de futebol. Certas coisas são insubstituíveis. Não é um atacante num mal dia, nem um goleiro com mão escorregadia. Certas coisas ficam. Ou melhoram ou pioram.
Perduram, e são passageiras. Umas são todo o tempo, já outras faz perder o tempo.
Certas coisas nos fincam no peito.
Já outras...substitui. E ponto.

quinta-feira, maio 03, 2007

Linda nos meus 16 anos


Lembro de quando era mais eu. Era eu sendo ela, e ela era ela sendo eu. Éramos um. Dois e um. Era mais homem. Não era mais um. Lembro das facetas de quando nos entreolhávamos. Me metia a pintá-la, tolice. Era no escuro mesmo. Também, nem precisava. Ela lumiava tudo.Lembro de quando contávamos estrelas (todas amigas dela). Lembro de muito, nem tudo.

Lembro que eu era um. E ela era uma comigo. O resto? Ah, o resto pouco importava. Me chamavam babaca. E eu me chamava feliz. Agora sou dois, três, até quatro. Nenhum apaixonante. Nenhum melhor. Todos agonizantes. Do mesmo tamanho, com o mesmo rosto, e tão diferentes. Sofríveis, isso sim. Iguaizinhos nisso, sofríveis.Lembro que nunca tiramos retrato juntos, que nunca beijei nem toquei em seus lábios; sequer os vi. Mas ela sorria rigorosamente todo início de mês.

E ela reapareceu ontem. Me fez lembrar de tudo. De quando eu era mais. Será que nada mudou? A vi de longe. E parecia mais longe que naquela época. De certo, enxergo menos hoje em dia. Afinal, passaram-se 6 ou 7 anos, se não me falha a memória.

Ah! Antes que eu me esqueça, te amo. Te amo linda Lua Cheia.

terça-feira, maio 01, 2007

Fim dos Los Hermanos?

"A banda Los Hermanos comunica a decisão de entrar em recesso por tempo indeterminado. Por conta disso não há previsão de lançamento de um novo disco.A pausa atende a necessidade dos integrantes de se dedicarem a outras atividades que vieram se acumulando ao longo desses dez anos de trabalho ininterrupto em conjunto. Não houve desentendimento ou discordância que tenha afetado nossa amizade tanto que continuamos jogando truco toda quinta-feira. Por conta dessa decisão, mesmo após o término da turnê do "4", resolvemos fazer duas únicas apresentações no Rio de Janeiro, na Fundição Progresso nos dias 8 e 9 de junho. Até lá."



Me pergunto se existe algo bom e não efêmero. Algo que sobreviva mais que o suficiente. Se é bom, mesmo que se esvaia em dez anos (tempo relativamente bom) fará falta.

Podia ter sido mais? Podia ter sido melhor? Podia ter...podia.



Los Hermanos deixou de ser banda faz tempo. Foi além. Era banda no primeiro CD, o da Anna júlia. Depois virou um talentoso grupo de rock e mpb. Camelo, dizem ser o novo Chico Buarque (coisa que discordo, um é um e outro é outro), é talentosíssimo. Amarante também. O que nos resta? Resta entender que "tempo" é tempo. Isso não é namoro. Pausa pode ser pausa. Pode ser um Show do Intervalo. E daqui a pouco tudo volta.



O vencedor - Los Hermanos



"Tudo o que é bom dura pouco".



E fica a pergunta:



Que música dos Los Hermanos é você?



Ps.: 8 de junho, meu aniversário!

quinta-feira, abril 26, 2007

Primeiro Tempo


- Sem dúvida nenhuma o Botafogo me parece o favorito para a grande decisão do campeonato estadual.- Acho o time do Flamengo um pouco inferior do meio pra frente. Comparando Souza e Dodô?

...

E começa o jogo...

"
Olha, eu até acho justo dizer patavinas do meu time de coração; entendo que realmente gosto não se discute. Outro dia li que "torcer para o tricolor deve ser muito bom" (sobre o fato de o Grêmio ter que ganhar de 3 e fazer 4). Isso me fez refletir sobre torcer.
Sempre há caminhos distintos e , muitas das vezes, opostos. Um frio, outro quente; um verdade, outro mente; um estranho, outro a gente entende. E as escolhas geralmente se dão por momento. Torcer hoje em dia é assim.
Torço para que chova amanhã só pra (eu!) ficar em casa, na cama. Torço para que o Vasco perca porque eu não gosto desse time. Torço para que aquele menino se dê mal com aquela menina porque ela é linda demais pra ele. Torço para que ele perca, pra eu poder ganhar.
O individualismo impera. O coletivo agoniza. Torcer, hoje em dia, é um chute que bate na trave da ordem, do bom, do sensato. Não penso duas vezes antes de torcer. Se chove amanhã, e quem não tem teto? E quem vive do sol? E se a renda de alguém depende inteiramente da vitória do Vasco? E se o menino está sinceramente apaixonado pela menina?O certo é torcer com o coração. Está bem, sei que pra um ganhar, o outro tem que perder. Mas não sejamos tão cruéis.
Vamos melhorar?
Estou na torcida.

"
- Fim do primeiro tempo. Tudo igual aqui no Maracanã. Que venha o segundo tempo!

terça-feira, abril 17, 2007

Vôo de rotina.


Agora mesmo bateu uma puta vontade de comer pipoca, vendo Diários de Motocicleta ou A Balada do Pistoleiro (às vezes me sinto meio Antônio Bandeiras nesse filme, El Mariachi), deitado na minha cama. E quem disse que tenho dado atenção a ela? Traduza isto como uma falta de tempo pra realmente dormir.
Estou sentado numa cadeira desconfortável (tá, desconfortável mesmo é estar digitando um texto com um olho no monitor e o outro no saguão) preso a um sistema estranho de "faça esta porra", "Mas eu não sei", "Foda-se, faça esta porra. Eu não perguntei se você sabe." E eu vou e faço... errado. Aqui é assim. Exatamente assim.
De um lado uma senhora desbocada e estranhamente extrovertida da OceanAir. Do outro um senhor caladão da Team, também uma empresa aérea. Na minha frente passa o Alemão do BBB e umas dez mulheres numa mescla de vontade de agarrá-lo e vergonha para abordá-lo. Do lado de fora uma barulheira sem igual dos aviõs do RedBull Air Race fazendo provavelmente o equivalente aos treinos livres da Fórmula 1. Sobrevoam o aeroporto de cabo a rabo obrigando a curiosidade de todos esticar os olhos para os céus.


E chega um colega de trabalho. Ele é estranho, fala enrolado. Aliás, aqui todos são meio exóticos. Espanhol, holandês, americano, argentinos, todos numa linguagem arrogante chamada dinheiro. Dos companheiros de labuta eu falo somente que tudo que é pode ser ou não. Os sorrisos são frágeis demais. As piadas fazem chorar. A cooperação faz é machucar. E quanto mais gente chega, mais parece que a consequência principal é ficar sozinho.


Espera um pouco! Inrrompeu o meu raciocínio uma beldade da Embratel (um daqueles estandes de informações que não informam nada), loira, sorridente e muito simpática. Ela quer uma torta salgada. E veio perguntar logo pra quem? Respondi coisas que nem lembro mais. E olha, fazem somente dois minutos que ela se foi.


No monitor, orkut e blog abertos. Recado da irmã que foi pra Portugal, recado da menina avisando da aula, da pessoa especial somente marcando presença e a janelinha piscando da amiga informando o horário do RedBull Air Race.


Daqui a pouco o check-in começa. Pra quem não sabe, é aquele ritual em que se atende o passageiro, pesa bagagem, lacra, etiqueta e manda cada um pra um canto. Passageiro pra sala de embarque e bagagem pra esteira.


Ali, logo atrás, o supervisor com cara de mau. Do lado o colega de trabalho esperando um furo seu. E por aqui, por ali, mulheres, loiras, confiantes, morenas, exaustas, ruivas, sorridentes, educadas à espreita do serviço aéreo.


Também não é de todo um mal. Recebo (mal) por isso. Acordo (mal) pra isso. Mas continuo escrevendo, vejo coisas novas, novas sensações. Até para o lado ruim, existe o lado bom. Para escrever isto, apenas vivenciando.





- Ei, saia do orkut. Aquele que vem ali é o Comandante do Avião.


- Ta ok.





E depois do vôo eu vou pra casa, uma hora e meia de viagem. Nem dará tempo de almoçar. Um banho no máximo e faculdade. Pronto.





- Vamos Thiago!


- Ta ok. Estou indo. São quantos passageiros hoje mesmo?

quinta-feira, abril 12, 2007

Se eu disser

Se eu disser que todo famoso é estúpido
Se eu disser que todo mar é salgado
Se eu disser que todo peixe machuca
Estaria mentindo.

Se eu disser que minha casa é uma bagunça
Ninguém entenderia que ela somente está uma bagunça.
E dizendo que eu estou confuso
Muito acreditariam que sou confuso.
Assim, estaria mentindo.

Se eu disser que quem ganha dinheiro é feliz
Se eu disser que alguém que ama e é amado, é feliz
Estaria vos enganando porque não é bem assim.
Feliz de quem acredita.

Se eu disser que sou honesto?
Acreditaria que menti?
Se eu disser que sou muito romântico
Acreditaria que já não fui assim?

Se eu disser que tudo começou lendo uma frase num blog qualquer
Se eu disser que o Murilo Benício tropeçou em mim
Se eu disser que já recebi cantada
Se eu disser que já cantei mulher.

Se eu disser que errei conta fácil
Que troquei abril por março
Acreditaria que aqui
Alguém seguiu meus passos?

Se eu disser que morri
Que nasci
Que cobri
O meu colorir

Se eu disser que você
Arroz bambolê
Rebolando nas letras daqui
É a coisa mais importante pra mim

Acreditaria?

Pois bem. Acredite.

sexta-feira, março 30, 2007

Vovó já dizia...

Tenho orgulho de ter a mulher mais sábia que pude conhecer, como minha avó. Um dia fui comer manga com leite. Vovó já dizia...

Já ouvi também que "se um camaleão te morder, beba água antes que ele beba senão você morre." Mas, como assim? Eu me pergunto.

Sensacional era ouvir "não deixe o chinelo virado senão sua mãe morre."
Até hoje não consegui relacionar mamãe com o chinelo. Pé? Cheiro?

Até hoje levo esporro porque "fiquei gripado por causa da garoa".
Mas gripe não é virus?

"Se varrer o pé não casa mais".
É verdade. Vassoura, casamento, tudo haver. Inclusive mandei queimarem as vassouras do mundo. Viva o casório.

"Quebrar espelho dá 7 anos de azar".
Porque sete? Ainda estou analisando essa.

Um dia ouvi que "se andar de costas minha mãe morre".
Ô coitada. E se andar de lado? Agoniza? Ó paciência.

"Noivo não pode ver a noiva antes do casamento que dá azar".
É pra não desistir? Pra não se desesperar?

"Contar estrelas dá rugas".
E eu contava até duas porque achava que o "ser regulador" disso seria tolerante com quem contasse tão pouquinho.

"Quando o marido tem dor de dente, sem razão de ser, é porque a mulher está grávida".
Vai nascer o quê? O nome da filha será Cárie?

"Criança que brinca com fogo à noite, faz xixi na cama".
É, realmente fogo tem muito haver com água. As vezes até bebo fogo e queimo com água.

"Menino que passar por debaixo do arco-íris vira mulher e menina vira homem".
Essa foi horrível. Vai ver daí vem a bandeira do homossexualismo.

"Passar em baixo de escadas dá azar".
Siiim. Lá no mundo das escadas, passar por cima de gente também dá azar.

"Deve-se dar três pancadinhas na madeira quando uma pessoa roga praga".
Voce não sabia que a madeira absorve?

"Moça, que come em panela não casa".
Sensacional!

"Não saltar por cima das crianças senão elas não crescerão".
Eu me sentia até mal se alguém pulasse por cima de mim e não "despulasse". Dava até briga.

Vovó já dizia...

As maiores confusões da história aconteceram porque certas coisas foram levadas demais a sério.

Pau que nasce torto nunca se endireita...

sábado, março 17, 2007

Dois poemas, céu e inferno.

Provas

As provas provam -
Desculpe a redundância -
Que não provam nada.

É fácil saber que não passei em nada.
Não sei estudar.
Não sei nada além de saber.

Sei o que sei, e pronto.
O que não sei não vou saber assim.
As provam me provam, gosto amargo.

Fiz as provas, comPROVAdamente
Tristes guerras de papéis e letras
Onde o mais esperto seguia.

Não sou esperto.
Provei que sou imPROVÁvel
Para provas.

As provas
Não provam quem é melhor
Provam quem é mais forte.

Eu não passei na prova.

E se me disseres que passei
Preciso de provas
Só acredito,VENDO.

(Poema criado por mim em 07/02/2007)


Provei

Provei dos piores gostos
Do dissecante salgado
Das derrotas

Derrotas após derrotas
Provando que eu não sabia nada
Só dechoros e chacotas.

Fui provado pela nova boca
Cheia de dentes macios
Que morderam leveo ego

Fizeram cócegas
O alívio da matuta nota
Ganha longe daqui

Certa vez disse que provas
Como quase tudo
Prova quem é mais forte

Passei em uma
Euforia nunca antes experimentada
Sensação nunca antes igualada

Não mudei o que penso
Mudei pra outro lado
Não reprovei

Não reprovei por inteligência
Foi por força
Passei sim,

Passei, sim
Na marra.
aPROVAdo.

(Poema criado por mim em 14/03/2007)

Somos feitos de céu e inferno. A sobrevivência a essas oscilações é que distingue os homens do resto.

quinta-feira, março 15, 2007

Onabru-urbanO

A vida é feita de espelhos.
Espelhos que se espalham deixando sensações.
Vai da crueldade da realidade de quem se descobre visto por fora
Ou do prazer de se reconhecer de fora pra dentro.
Um espelho, de mentes diferentes que se completam. Um espelho do outro, independente do que são e pensam.

Acessem http://www.onabru-urbano.blogspot.com

Eu também sou um deles.

quinta-feira, março 08, 2007

Papo de bar num dia oito de março

- O que ela tem de diferente? É melhor? É pior? De verdade, eu não sei. Niguém sabe, nem mesmo ela. Vai ver é magia sobre magia, é provação após provação. É força onde a fragilidade aparentemente reina. O que é? Existe? É essencial?

- Pra mim é. Não vivo sem. É a minha base. Se choro, lá está ela acalmando. Se alegro, lá está ela pra compartilhar. E brigar também. E pra onde vou, está. É esposa, mãe, filha, irmã, tia, avó.

- Mulher é um problema. Olha aquela ali do outro lado da rua, por exemplo. Mini-saia, pernas grossas, carinha de carente e uma fama linda. Engravidou daquele alto que jogava bola conosco, sabe? O Dudu Sabiá. Se separou, pediu pensão. Infernizou a vida do cara. Agora, ele desempregado, vive acabado nesse bar.

- Cara, você generalizou. Essa é uma entre várias. Se fossem esse problema todo os poetas não morreriam por elas, Tom e Vinicius não criariam a Garota de Ipanema, nem Chico as suas beldades. O amor não seria lucro, marketing, ponto fraco, e tudo mais.

- É por isso que está sozinho, acha que mulher é riqueza. Fica endeuzando. Mulher não gosta disso.

- Que nada. Mulher pra mim tem que ser superficial e descartável. Dura uma noite, duas no máximo. E não causa problemas.

- Ahahahahahah! Vocês são engraçados. Mulher é mulher. Gosta das coisas como gostamos. Por exemplo, você gosta de mulher manhosa? E de mulher fria? Gosta das gastadeiras? E das idealistas? Imagine casar com uma exagerada vegetariana? E com a dissimulada? Rapazes, mulher é mulher. Não existe fórmula e se existisse alguém iria achar defeito. Tem que ter quimica.

- Que saber? Vou pra casa. A minha mulher me espera e vou parabenizá-la. Afinal, atura cantada de pedreiro, a dor do parto, depilações e outras formas de embelezamento. Merece não apenas um dia. Mas aproveito esse oito de março.

- Um escritor amigo meu, apreciador da mulher como arte, não exatamente um feminista, me disse o seguinte:

"O homem que não valoriza uma mulher é um homem pela metade. E ser homem pela metade debaixo não quer dizer nada."

- Vou-me embora que esse papo me cansou.

- É verdade, faz sentido. Vou-me embora à procura da minha mulher.

- Tchau

- Tchau